Meus Momentos com Deus! Eu sei que Deus está sempre comigo. Eu não serei abalado, porque ele está bem ao meu lado. Não é de admirar que o meu coração está feliz, e alegro-me ... Ele vai me mostrar o caminho da vida, concedendo-me a alegria de sua presença e os prazeres de viver com Ele para sempre. Do Salmo 16
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Há dias...
Há dias em que minha alma seca e meus olhos transborda, e eu corro para o meu esconderijo, onde me encolho e me escondo nos braços do meu Deus.
Lá nesse lugar, encontro a paz e o silêncio que preciso para me curar, me renovar, me fortalecer.
É só nesse lugar (onde ninguém pode me achar) que o silêncio do Amor Divino me faz novamente desejar a vida, me ensina mais uma vez a reagir à dor, novamente me ajuda a enfrentar meus temores, me restaura a esperança e renova a minha fé.
E é só nesse lugar secreto que consigo me encontrar (ou quem sabe ser encontrada) para mais uma vez, levantar.
A tristeza e a angústia são forças que sempre nos rondam, não se conformam quando a felicidade está presente em nossas vidas, até que elas vão e vem e conseguem se infiltrar.
Não conformada de ter só uma pessoa fazendo sua vontade, ela procura sua legião, e ai o castelo de areia que você demorou anos para construir desaba em prazo de segundos.
Sendo assim nunca estaremos só, a tristeza tem sido minha companheira, as vezes nem vontade de se levantar eu tenho, porque o peso dela é maior do que eu, nem vontade de comer, tamanho o poder que ela nos consome até sua fome, todos os dias parecem estar nublados, parecem que as pessoas estão todas tristes e apáticas.
Nesse momento, eu repouso, descanso meu coração em Deus para me renovar...
e foi assim que essas palavras foram escritas.
Giovanna num momento comigo e Deus - 2006
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Reflexão
“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.” (Provérbios 22:6 A)
Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago. A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.
Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água. Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada. O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras movendo para trás e para frente. O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Pouco mais de dez da noite… Ainda faltavam quase duas horas para a abertura da temporada. Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:
- Você tem que devolvê-lo, filho!
- Mas, papai, reclamou o menino.
- Vai aparecer outro, insistiu o pai.
- Não tão grande quanto este, choramingou a criança.
O garoto olhou à volta do lago.
Não havia outros pescadores ou embarcações a vista.
Voltou novamente o olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável!
Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.
O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.
Naquele momento, o menino teve certeza de que jamais pegaria um peixe tão grande quanto aquele. Isso aconteceu há mais de 30 anos…
Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido. O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais. Sua intuição estava correta.
Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.
Porém, sempre vê o imenso peixe toda as vezes que depara com uma questão ética.
Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de CERTO e ERRADO.
Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa.
A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos observando.
A boa educação é como uma moeda de ouro.
“Senhor, ajuda-me a ser exemplo para meus filhos e para esta geração que está aí sem referenciais de integridade.”
Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago. A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.
Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água. Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada. O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras movendo para trás e para frente. O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Pouco mais de dez da noite… Ainda faltavam quase duas horas para a abertura da temporada. Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:
- Você tem que devolvê-lo, filho!
- Mas, papai, reclamou o menino.
- Vai aparecer outro, insistiu o pai.
- Não tão grande quanto este, choramingou a criança.
O garoto olhou à volta do lago.
Não havia outros pescadores ou embarcações a vista.
Voltou novamente o olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável!
Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.
O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.
Naquele momento, o menino teve certeza de que jamais pegaria um peixe tão grande quanto aquele. Isso aconteceu há mais de 30 anos…
Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido. O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais. Sua intuição estava correta.
Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.
Porém, sempre vê o imenso peixe toda as vezes que depara com uma questão ética.
Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de CERTO e ERRADO.
Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa.
A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos observando.
Esta conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE À ÁGUA.
A boa educação é como uma moeda de ouro.
TEM VALOR EM TODA PARTE!
- Extraído de “Histórias para Aquecer o Coração dos Pais”,
Jack Canfield e Mark Victor Hansen, Editora Sextante.
“Senhor, ajuda-me a ser exemplo para meus filhos e para esta geração que está aí sem referenciais de integridade.”
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
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